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O Brasil vive uma transição demográfica decisiva para superar o desafio da baixa qualidade da educação básica. A redução na taxa de fecundidade desde a década de 1960 de 6,28 filhos por mulher para 1,55 em 2022 (IBGE, 2025) já começa a refletir na queda de matrículas. Contudo, esse fenômeno não ocorre de forma homogênea: diferentes estados e regiões serão afetados de maneiras distintas, exigindo planejamento sob medida para cada rede.
Transição demográfica e situação fiscal das 27 unidades federativas
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